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Conspirações internacionais, revelações bombásticas sobre a Igreja, sociedades secretas, assassinatos… são todos elementos que deram fama mundial ao best seller de Dan Brown, O Código da Vinci. Foi dessas mesmas fontes que o escritor português Luis Miguel Rocha bebeu para criar O Último Papa.

O livro mistura realidade, teorias de conspiração e ficção para criar um thriller envolvente. A trama gira em torno da misteriosa morte do Papa João Paulo I, que foi encontrado morto 25 dias após ter sido eleito Santo Padre.

Na história real o Vaticano obrigou todos os envolvidos no caso a fazerem voto de silêncio. Oficialmente a Santa Sé declarou que o Papa havia morrido devido a circunstâncias não esclarecidas. Para complicar seu embalsamamento foi ordenado em menos de 24 horas, o que impediu uma autópsia que pudesse esclarecer a causa da morte.

O livro segue a linha das especulações que afirmam que o Papa foi assassinado. A partir daí uma trama envolvendo a CIA, a Máfia Italiana, sociedades secretas maçônicas e muita ação se desencadeia.

Embora a narrativa de Luiz Miguel Rocha seja pouco tradicional (provavelmente resquícios da época de roteirista) e transpareça uma leva afetação a história pode divertir e intrigar os fãs do gênero.

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